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domingo, 27 de setembro de 2026
Os Saltimbancos
terça-feira, 12 de maio de 2026
I MUSICANTI
Bom, a partir do argumento oferecido pelos irmãos Grimm, coube aos compositores Luiz Enriquez Bacalov e Sergio Bardotti a criação, em 1976, de uma série de peças musicais reunidas sob o título I Musicanti.
Na adaptação, o gato e o galo do conto original mudam de gênero.
Dois primeiros frutos do projeto, as canções I-o bao coccodè miao e Il mio canto foram apresentadas ao público pelo grupo pop italiano Richi e Poveri no Festival de Sanremo de 1976. No mesmo ano foi lançado um "compacto-simples" com as duas peças.
No mesmo ano, mais dois lançamentos, sempre com as interpretações a cargo dos Richi e Poveri: um segundo "compacto-simples" com as músicas Storia de una gatta e La città dei desideri; e finalmente, um "LP" contendo treze faixas:
1 I-o bao coccodè miao
2 L’asino
3 Il cane
4 La gallina
5 Storia di una gatta
6 La città dei desideri
7 Il mio canto
8 L’albergo del buon padrone
9 La battaglia
10 Tutti uniti
11 Acqua acquetta
12 Tutti uniti (reprise)
OS SALTIMBANCOS
Pretendo reunir nas próximas postagens algumas informações sobre a obra musical Os Saltimbancos.
O musical tem como argumento o conto Os Músicos de Bremen, dos Irmãos Grimm.
Recorro à Wikipedia:
Os Músicos de Bremen (em alemão: Die Bremer Stadtmusikanten) é uma fábula recolhida da tradição popular, editada e publicada, pelos Irmãos Grimm, na famosa coletânea de contos que ficaria conhecida como Grimms Märchen (em português, Contos de Grimm), lançada em 1812 (volume 1) e 1815 (volume 2). Mas somente na segunda edição dos dois volumes, feita em 1819, é que "Os Músicos de Bremen" seria publicada pela primeira vez, passando a ser o 27.º conto da coletânea.
Trata-se da história de quatro animais domésticos que, depois de uma vida inteira de trabalho, são maltratados por seus donos. Afinal, decidem fugir para a cidade de Bremen e lá se tornarem músicos. Contrariamente ao que o título do conto faz supor, os personagens nunca chegam a Bremen, pois, durante o percurso, conseguem assustar e afugentar um bando de ladrões, apossando-se do produto dos seus roubos e instalando-se definitivamente na cabana antes ocupada pelos malfeitores.
A história se passa em um vilarejo onde vivem quatro animais domésticos: um burro, um cão, um gato e um galo. Já velhos e considerados inúteis para o trabalho, todos eram maltratados pelos seus donos e estavam mesmo a ponto de ser sacrificados. Decidem então abandonar seus amos e seguir para a cidade Bremen, com a intenção de conquistar a sua liberdade e se tornarem músicos profissionais.
No caminho para Bremen, anoitece e os animais avistam uma casa com as luzes acesas. Espreitam pela janela e, lá dentro, veem ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Inocentemente, não percebem que se trata de ladrões e, apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição e dormem.
Durante a madrugada, os ladrões regressam, e um deles entra na casa para investigar o que se passa. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, imagina que sejam brasas e inclina-se para acender sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe as pernas, e o galo afugenta-o porta fora, a bicadas e cacarejando. O homem, assustado, reúne-se com seus comparsas e conta-lhes que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível, que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um fantasma gigante, que lhe deu uma paulada (o burro), um ogro diabólico, que o esfaqueou e arranhou suas pernas (o cão) e, o pior de tudo, - um juiz lhe deu marteladas enquanto gritava "Prendam esse patife" (o galo).
Os ladrões abandonam a casa, aterrorizados. Acreditaram que seria impossível voltar à cabana e recuperar o dinheiro que haviam escondido lá, já que o local era agora ocupado por um exército de assombrações monstruosas e impiedosas. Decidiram que seria melhor partir e nunca mais voltar àquele lugar. E foi o que fizeram, naquela mesma noite, e nunca mais ninguém os viu.
O burro, o cachorro, o gato e o galo sentiram-se tão bem-instalados naquela cabana que decidiram ficar por lá mesmo, desistindo de seguir até Bremen. Logo encontram a fortuna que os ladrões haviam escondido num buraco da parede e assim puderam viver uma vida confortável por muitos e muitos anos. Envelheceram felizes, com dignidade e companheirismo entre eles.[1]
Simbologia
Os personagens representam as classes sociais da época: enquanto os proprietários dos animais simbolizam os senhores feudais, proprietários de terras, os animais representam os trabalhadores submetidos ao regime de servidão, que predominou na Alemanha até o século XVIII. A escolha da cidade de Bremen como lugar de conquista da liberdade, justifica-se: desde a Idade Média, Bremen, assim como 70 outras grandes cidades e mais de cem cidades menores, formavam a chamada Liga Hanseática, uma aliança de cidades mercantis alemãs que cresceram e prosperaram independentemente da economia feudal circundante; por isso, acabaram também por conquistar uma relativa autonomia política com respeito à autoridade feudal rural.[2] Lá não existia feudalismo, nem relação de vassalagem. [3]
Existe uma hipótese segundo a qual, na primeira versão da história, escrita pelo irmão mais novo, Wilhelm, os personagens eram quatro camponeses que se revoltavam contra seus senhores e o regime de servidão a que estavam submetidos (lembrando que esse regime persistiu, na Alemanha, até o final do século XVIII). Talvez por autocensura, o irmão mais velho, Jacob, decidiu transformar a história numa fábula, convertendo os camponeses em animais.
A cidade de Bremen - aonde, segundo a fábula, o grupo nunca chegou - recorda "Os Músicos de Bremen" com um monumento de bronze, erigido em 1953, diante da Câmara Municipal.
sábado, 26 de julho de 2025
Passarim
A canção 'Passarim' de Tom Jobim é uma obra que reflete sobre a melancolia, a perda e a busca incessante pela felicidade. A letra utiliza a metáfora de um pássaro que tenta pousar, mas é constantemente impedido, seja por tiros que o ferem ou por outros obstáculos que o fazem continuar voando.
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Olha Maria
quarta-feira, 23 de julho de 2025
Gabriela
Chegada dos RetirantesTema de Amor de Gabriela
Pulando Carniça
Pensando na Vida
Casório
Origens
Ataque dos Jagunços
Caminho da Mata
Ilhéus
Tema de Amor de Gabriela (versão completa)
Em 1987, contudo, Tom Jobim rearranja os temas acima e os registra no disco Passarim (Verve Records). Este arranjo é o que serviu de base para a orquestração que vamos tocar.
No arranjo, Jobim, além de apresentar os temas principais da trilha sonora de Gabriela, acrescenta outros temas, como Boto, Berimbau, e Na Corda da Viola, resultando no que avalio ser uma declaração de amor ao Brasil.
terça-feira, 22 de julho de 2025
Falando de Amor
Falando de Amor é uma composição de 1978, com letra e música do próprio Tom.
Falando de Amor consta do álbum Miúcha 7 Tom Jobim vol. 2, de 30 de novembro de 1978.
É efetivamente uma declaração de amor e um pedido de correspondência. Um choro-canção em modo menor em forma A-B-A, conforme destacado por Carlos Almada (A Harmonia de Jobim) calcado "em uma espinha dorsal de sonoridades diminutas".
Há uma gravação do próprio Tom com arranjo muito próximo ao que vamos tocar.
https://open.spotify.com/track/3iIqvbmF2kVgRf8C9xdrKS?si=oEajTwVnTpaeInJuit_CfA











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